O Casamento foi lindo e a mensagem do Pastor Cristofani foi inesquecível, todos os nossos amigos e as nossas famílias elogiaram muito e disseram que foi o casamento mais emocionante que já foram. Meu noivo e eu somos muito gratos ao Pastor Cristofani pelo carinho. Desde o início ele e a Cida foram muito atenciosos e verdadeiros amigos. Nós nos sentimos muito honrados com a linda ministração do pastor que foi a nossa história transformada em poesia. Abraços, Marcelo e Tárcis.
Irmão Sol, Irmã Lua.
No princípio criou o Criador dois grandes luminares. Um para governar o dia e outro para governar a noite. E desde esse tempo primordial nós os vemos separados: o sol percorrendo a terra durante o dia. A lua traçando céu durante a noite.
Ao contemplar estes dois astros, sol e lua, observamos suas diferenças. O sol bem maior e de luz mais intensa não se deixa ver a olhos nus. Enquanto a lua bem menor e de brilho menos intenso deixa-se ver a olhos nus.
O sol é visto por astrônomos. A lua, pelos poetas. O sol é ciência, razão. A lua poesia, emoção. O sol é desejado pela força do seu calor. A lua, pela beleza da sua forma. O sol é forte. A lua, delicada. O sol é rei, a lua, princesa. O calor do sol aquece o corpo. O esplendor da lua, o coração. O sol dá força às plantas. A lua rege as marés.
O sol brilha durante o dia. A lua rebrilha durante a noite. Separados, mas complementares. Separados, mais dependentes. O sol presente, a lua ausente. O sol ausente, a lua presente.
Isso lembra o “Feitiço de Áquila”. Diz uma lenda do século XII que o Bispo de Áquila tomado de ciúme e raiva lançou uma maldição sobre um casal de amantes. O feitiço consistia em que a moça tornava-se falcão durante o dia e o moço, um lobo à noite, de forma que o casal nunca podia se encontrar e se entregar. Apenas alguns instantes no crepúsculo eles podiam se ver como seres humanos. Mas estavam sempre separados pela maldição de Áquila.
Entretanto, a boa nova é que o Criador não lançou uma maldição sobre o sol e a lua, mas os abençoou. Sol e lua estão sempre juntos no céu, apesar de não os vermos sempre simultaneamente. Contudo, o Criador criou fases nas quais o sol e a lua podem ser vistos juntos durante o dia. Há fase em que a lua nasce e se põe junto com o sol, cruzando os céus um em companhia do outro. Outras vezes o sol e a lua ocupam lados opostos no horizonte, de forma que quando um se põe e outro nasce.
Comparo este casal de amantes hoje aqui com o sol e a lua, pois no princípio criou o Criador dois luminares. Um chamado homem e outro chamado mulher. Ambos criados para brilhar. Homem e mulher. Força e delicadeza. Razão e emoção. Rei e princesa.
O encontro de seres apaixonados. Não opostos, mas complementares. Não separados, mais juntos. Juntos em um justo equilíbrio. Um menino e uma menina. Um para o outro. Cúmplices de uma mesma escolha. Cada qual com seu brilho próprio, a iluminar seus olhos mutuamente.
Juntos vão em um percurso de aproximação e distanciamento. Mas nunca de separação. Juntos em uma trajetória de paixão e encantamento. E sempre de união. Sol e lua. Homem e mulher. Juntos a iluminar o mundo. A espalhar luz e ternura. Força e candura. Sem feitiço ou maldição, mas sob a bênção do Criador.
Assim, Dure a lua enquanto é noite / Dure o sol enquanto é dia / Dure a vida noite e dia / Dure o amor ... eternamente.
No princípio criou o Criador sol e lua, homem e mulher, menino e menina ... e hoje é este princípio para vocês.
Mesmo depois de mais de uma década de amizade você nos surpreendeu mais uma vez com sua criatividade, talento, poesia e divina inspiração. Ainda mais por atender um pedido nosso e ter ido buscar uma cerimônia inspirada em outra tradição. Quero que saiba que suas palavras ecoam em nossas mentes e corações até hoje. Obrigado por ter feito parte deste momento tão especial e tê-lo transformado em algo inesquecível para nós e nossos convidados. (Revª. Érika e Rev. Joézer)
Irmão Sol, Irmã Lua.
No princípio criou o Criador dois grandes luminares. Um para governar o dia e outro para governar a noite. E desde esse tempo primordial nós os vemos separados: o sol percorrendo a terra durante o dia. A lua traçando céu durante a noite.
Ao contemplar estes dois astros, sol e lua, observamos suas diferenças. O sol bem maior e de luz mais intensa não se deixa ver a olhos nus. Enquanto a lua bem menor e de brilho menos intenso deixa-se ver a olhos nus.
O sol é visto por astrônomos. A lua, pelos poetas. O sol é ciência, razão. A lua poesia, emoção. O sol é desejado pela força do seu calor. A lua, pela beleza da sua forma. O sol é forte. A lua, delicada. O sol é rei, a lua, princesa. O calor do sol aquece o corpo. O esplendor da lua, o coração. O sol dá força às plantas. A lua rege as marés.
O sol brilha durante o dia. A lua rebrilha durante a noite. Separados, mas complementares. Separados, mais dependentes. O sol presente, a lua ausente. O sol ausente, a lua presente.
Isso lembra o “Feitiço de Áquila”. Diz uma lenda do século XII que o Bispo de Áquila tomado de ciúme e raiva lançou uma maldição sobre um casal de amantes. O feitiço consistia em que a moça tornava-se falcão durante o dia e o moço, um lobo à noite, de forma que o casal nunca podia se encontrar e se entregar. Apenas alguns instantes no crepúsculo eles podiam se ver como seres humanos. Mas estavam sempre separados pela maldição de Áquila.
Entretanto, a boa nova é que o Criador não lançou uma maldição sobre o sol e a lua, mas os abençoou. Sol e lua estão sempre juntos no céu, apesar de não os vermos sempre simultaneamente. Contudo, o Criador criou fases nas quais o sol e a lua podem ser vistos juntos durante o dia. Há fase em que a lua nasce e se põe junto com o sol, cruzando os céus um em companhia do outro. Outras vezes o sol e a lua ocupam lados opostos no horizonte, de forma que quando um se põe e outro nasce.
Comparo este casal de amantes hoje aqui com o sol e a lua, pois no princípio criou o Criador dois luminares. Um chamado homem e outro chamado mulher. Ambos criados para brilhar. Homem e mulher. Força e delicadeza. Razão e emoção. Rei e princesa.
O encontro de seres apaixonados. Não opostos, mas complementares. Não separados, mais juntos. Juntos em um justo equilíbrio. Um menino e uma menina. Um para o outro. Cúmplices de uma mesma escolha. Cada qual com seu brilho próprio, a iluminar seus olhos mutuamente.
Juntos vão em um percurso de aproximação e distanciamento. Mas nunca de separação. Juntos em uma trajetória de paixão e encantamento. E sempre de união. Sol e lua. Homem e mulher. Juntos a iluminar o mundo. A espalhar luz e ternura. Força e candura. Sem feitiço ou maldição, mas sob a bênção do Criador.
Assim, Dure a lua enquanto é noite / Dure o sol enquanto é dia / Dure a vida noite e dia / Dure o amor ... eternamente.
No princípio criou o Criador sol e lua, homem e mulher, menino e menina ... e hoje é este princípio para vocês.
O José é uma pessoa encantadora e sua cerimônia, muito especial!! O texto "Irmão Sol, irmã Lua", elaborado para nosso casamento, caiu como uma luva, ou seja, realmente tinha a ver conosco, com o que somos, vivemos e sentimos. José, muito obrigada por tornar nosso casamento inesquecível!!!
Irmão Sol, Irmã Lua.
No princípio criou o Criador dois grandes luminares. Um para governar o dia e outro para governar a noite. E desde esse tempo primordial nós os vemos separados: o sol percorrendo a terra durante o dia. A lua traçando céu durante a noite.
Ao contemplar estes dois astros, sol e lua, observamos suas diferenças. O sol bem maior e de luz mais intensa não se deixa ver a olhos nus. Enquanto a lua bem menor e de brilho menos intenso deixa-se ver a olhos nus.
O sol é visto por astrônomos. A lua, pelos poetas. O sol é ciência, razão. A lua poesia, emoção. O sol é desejado pela força do seu calor. A lua, pela beleza da sua forma. O sol é forte. A lua, delicada. O sol é rei, a lua, princesa. O calor do sol aquece o corpo. O esplendor da lua, o coração. O sol dá força às plantas. A lua rege as marés.
O sol brilha durante o dia. A lua rebrilha durante a noite. Separados, mas complementares. Separados, mais dependentes. O sol presente, a lua ausente. O sol ausente, a lua presente.
Isso lembra o “Feitiço de Áquila”. Diz uma lenda do século XII que o Bispo de Áquila tomado de ciúme e raiva lançou uma maldição sobre um casal de amantes. O feitiço consistia em que a moça tornava-se falcão durante o dia e o moço, um lobo à noite, de forma que o casal nunca podia se encontrar e se entregar. Apenas alguns instantes no crepúsculo eles podiam se ver como seres humanos. Mas estavam sempre separados pela maldição de Áquila.
Entretanto, a boa nova é que o Criador não lançou uma maldição sobre o sol e a lua, mas os abençoou. Sol e lua estão sempre juntos no céu, apesar de não os vermos sempre simultaneamente. Contudo, o Criador criou fases nas quais o sol e a lua podem ser vistos juntos durante o dia. Há fase em que a lua nasce e se põe junto com o sol, cruzando os céus um em companhia do outro. Outras vezes o sol e a lua ocupam lados opostos no horizonte, de forma que quando um se põe e outro nasce.
Comparo este casal de amantes hoje aqui com o sol e a lua, pois no princípio criou o Criador dois luminares. Um chamado homem e outro chamado mulher. Ambos criados para brilhar. Homem e mulher. Força e delicadeza. Razão e emoção. Rei e princesa.
O encontro de seres apaixonados. Não opostos, mas complementares. Não separados, mais juntos. Juntos em um justo equilíbrio. Um menino e uma menina. Um para o outro. Cúmplices de uma mesma escolha. Cada qual com seu brilho próprio, a iluminar seus olhos mutuamente.
Juntos vão em um percurso de aproximação e distanciamento. Mas nunca de separação. Juntos em uma trajetória de paixão e encantamento. E sempre de união. Sol e lua. Homem e mulher. Juntos a iluminar o mundo. A espalhar luz e ternura. Força e candura. Sem feitiço ou maldição, mas sob a bênção do Criador.
Assim, Dure a lua enquanto é noite / Dure o sol enquanto é dia / Dure a vida noite e dia / Dure o amor ... eternamente.
No princípio criou o Criador sol e lua, homem e mulher, menino e menina ... e hoje é este princípio para vocês.
Como vai, tudo bem com o Sr. e sua família? Espero que sim. Nós, assim como todos os nossos amigos, gostamos muito da cerimônia religiosa que o Sr. oficiou aqui em Piracicaba por ocasião do casamento da nossa filha Marcy. O Sr. foi muito feliz na escolha do tema (Irmão Sol, Irmã Lua), são palavras muito usadas por S. Francisco de Assis. Se puder, gostaríamos que o Sr. nos enviasse o Sermão para ser guardado como lembrança do casamento. Um forte abraço para o Sr. (Oracy e Maria de Lourdes - pais da noiva)
Irmão Sol, Irmã Lua.
No princípio criou o Criador dois grandes luminares. Um para governar o dia e outro para governar a noite. E desde esse tempo primordial nós os vemos separados: o sol percorrendo a terra durante o dia. A lua traçando céu durante a noite.
Ao contemplar estes dois astros, sol e lua, observamos suas diferenças. O sol bem maior e de luz mais intensa não se deixa ver a olhos nus. Enquanto a lua bem menor e de brilho menos intenso deixa-se ver a olhos nus.
O sol é visto por astrônomos. A lua, pelos poetas. O sol é ciência, razão. A lua poesia, emoção. O sol é desejado pela força do seu calor. A lua, pela beleza da sua forma. O sol é forte. A lua, delicada. O sol é rei, a lua, princesa. O calor do sol aquece o corpo. O esplendor da lua, o coração. O sol dá força às plantas. A lua rege as marés.
O sol brilha durante o dia. A lua rebrilha durante a noite. Separados, mas complementares. Separados, mais dependentes. O sol presente, a lua ausente. O sol ausente, a lua presente.
Isso lembra o “Feitiço de Áquila”. Diz uma lenda do século XII que o Bispo de Áquila tomado de ciúme e raiva lançou uma maldição sobre um casal de amantes. O feitiço consistia em que a moça tornava-se falcão durante o dia e o moço, um lobo à noite, de forma que o casal nunca podia se encontrar e se entregar. Apenas alguns instantes no crepúsculo eles podiam se ver como seres humanos. Mas estavam sempre separados pela maldição de Áquila.
Entretanto, a boa nova é que o Criador não lançou uma maldição sobre o sol e a lua, mas os abençoou. Sol e lua estão sempre juntos no céu, apesar de não os vermos sempre simultaneamente. Contudo, o Criador criou fases nas quais o sol e a lua podem ser vistos juntos durante o dia. Há fase em que a lua nasce e se põe junto com o sol, cruzando os céus um em companhia do outro. Outras vezes o sol e a lua ocupam lados opostos no horizonte, de forma que quando um se põe e outro nasce.
Comparo este casal de amantes hoje aqui com o sol e a lua, pois no princípio criou o Criador dois luminares. Um chamado homem e outro chamado mulher. Ambos criados para brilhar. Homem e mulher. Força e delicadeza. Razão e emoção. Rei e princesa.
O encontro de seres apaixonados. Não opostos, mas complementares. Não separados, mais juntos. Juntos em um justo equilíbrio. Um menino e uma menina. Um para o outro. Cúmplices de uma mesma escolha. Cada qual com seu brilho próprio, a iluminar seus olhos mutuamente.
Juntos vão em um percurso de aproximação e distanciamento. Mas nunca de separação. Juntos em uma trajetória de paixão e encantamento. E sempre de união. Sol e lua. Homem e mulher. Juntos a iluminar o mundo. A espalhar luz e ternura. Força e candura. Sem feitiço ou maldição, mas sob a bênção do Criador.
Assim, Dure a lua enquanto é noite / Dure o sol enquanto é dia / Dure a vida noite e dia / Dure o amor ... eternamente.
No princípio criou o Criador sol e lua, homem e mulher, menino e menina ... e hoje é este princípio para vocês.
Nossa cerimônia foi um dia muito especial em nossas vidas e será lembrada por todos que estavam presentes. A hora da bênção é comentada até hoje e suas palavras emocionaram a todos e estão gravadas em nossa memória e coração. Agradecemos toda a sua dedicação e carinho. (Renato e Tânia)
Irmão Sol, Irmã Lua.
No princípio criou o Criador dois grandes luminares. Um para governar o dia e outro para governar a noite. E desde esse tempo primordial nós os vemos separados: o sol percorrendo a terra durante o dia. A lua traçando céu durante a noite.
Ao contemplar estes dois astros, sol e lua, observamos suas diferenças. O sol bem maior e de luz mais intensa não se deixa ver a olhos nus. Enquanto a lua bem menor e de brilho menos intenso deixa-se ver a olhos nus.
O sol é visto por astrônomos. A lua, pelos poetas. O sol é ciência, razão. A lua poesia, emoção. O sol é desejado pela força do seu calor. A lua, pela beleza da sua forma. O sol é forte. A lua, delicada. O sol é rei, a lua, princesa. O calor do sol aquece o corpo. O esplendor da lua, o coração. O sol dá força às plantas. A lua rege as marés.
O sol brilha durante o dia. A lua rebrilha durante a noite. Separados, mas complementares. Separados, mais dependentes. O sol presente, a lua ausente. O sol ausente, a lua presente.
Isso lembra o “Feitiço de Áquila”. Diz uma lenda do século XII que o Bispo de Áquila tomado de ciúme e raiva lançou uma maldição sobre um casal de amantes. O feitiço consistia em que a moça tornava-se falcão durante o dia e o moço, um lobo à noite, de forma que o casal nunca podia se encontrar e se entregar. Apenas alguns instantes no crepúsculo eles podiam se ver como seres humanos. Mas estavam sempre separados pela maldição de Áquila.
Entretanto, a boa nova é que o Criador não lançou uma maldição sobre o sol e a lua, mas os abençoou. Sol e lua estão sempre juntos no céu, apesar de não os vermos sempre simultaneamente. Contudo, o Criador criou fases nas quais o sol e a lua podem ser vistos juntos durante o dia. Há fase em que a lua nasce e se põe junto com o sol, cruzando os céus um em companhia do outro. Outras vezes o sol e a lua ocupam lados opostos no horizonte, de forma que quando um se põe e outro nasce.
Comparo este casal de amantes hoje aqui com o sol e a lua, pois no princípio criou o Criador dois luminares. Um chamado homem e outro chamado mulher. Ambos criados para brilhar. Homem e mulher. Força e delicadeza. Razão e emoção. Rei e princesa.
O encontro de seres apaixonados. Não opostos, mas complementares. Não separados, mais juntos. Juntos em um justo equilíbrio. Um menino e uma menina. Um para o outro. Cúmplices de uma mesma escolha. Cada qual com seu brilho próprio, a iluminar seus olhos mutuamente.
Juntos vão em um percurso de aproximação e distanciamento. Mas nunca de separação. Juntos em uma trajetória de paixão e encantamento. E sempre de união. Sol e lua. Homem e mulher. Juntos a iluminar o mundo. A espalhar luz e ternura. Força e candura. Sem feitiço ou maldição, mas sob a bênção do Criador.
Assim, Dure a lua enquanto é noite / Dure o sol enquanto é dia / Dure a vida noite e dia / Dure o amor ... eternamente.
No princípio criou o Criador sol e lua, homem e mulher, menino e menina ... e hoje é este princípio para vocês.
Nossa Gostaria de deixar um depoimento sobre o casamento de minha irmã Lucila. Deus está na simplicidade da natureza e das palavras. Falar de Deus é falar em poesia inspiradora, principalmente em momentos tão significativos onde a benção é embalante. Parabéns pela cerimônia! Um forte abraço! (Ligia Cortellazzi Garcia)
Irmão Sol, Irmã Lua.
No princípio criou o Criador dois grandes luminares. Um para governar o dia e outro para governar a noite. E desde esse tempo primordial nós os vemos separados: o sol percorrendo a terra durante o dia. A lua traçando céu durante a noite.
Ao contemplar estes dois astros, sol e lua, observamos suas diferenças. O sol bem maior e de luz mais intensa não se deixa ver a olhos nus. Enquanto a lua bem menor e de brilho menos intenso deixa-se ver a olhos nus.
O sol é visto por astrônomos. A lua, pelos poetas. O sol é ciência, razão. A lua poesia, emoção. O sol é desejado pela força do seu calor. A lua, pela beleza da sua forma. O sol é forte. A lua, delicada. O sol é rei, a lua, princesa. O calor do sol aquece o corpo. O esplendor da lua, o coração. O sol dá força às plantas. A lua rege as marés.
O sol brilha durante o dia. A lua rebrilha durante a noite. Separados, mas complementares. Separados, mais dependentes. O sol presente, a lua ausente. O sol ausente, a lua presente.
Isso lembra o “Feitiço de Áquila”. Diz uma lenda do século XII que o Bispo de Áquila tomado de ciúme e raiva lançou uma maldição sobre um casal de amantes. O feitiço consistia em que a moça tornava-se falcão durante o dia e o moço, um lobo à noite, de forma que o casal nunca podia se encontrar e se entregar. Apenas alguns instantes no crepúsculo eles podiam se ver como seres humanos. Mas estavam sempre separados pela maldição de Áquila.
Entretanto, a boa nova é que o Criador não lançou uma maldição sobre o sol e a lua, mas os abençoou. Sol e lua estão sempre juntos no céu, apesar de não os vermos sempre simultaneamente. Contudo, o Criador criou fases nas quais o sol e a lua podem ser vistos juntos durante o dia. Há fase em que a lua nasce e se põe junto com o sol, cruzando os céus um em companhia do outro. Outras vezes o sol e a lua ocupam lados opostos no horizonte, de forma que quando um se põe e outro nasce.
Comparo este casal de amantes hoje aqui com o sol e a lua, pois no princípio criou o Criador dois luminares. Um chamado homem e outro chamado mulher. Ambos criados para brilhar. Homem e mulher. Força e delicadeza. Razão e emoção. Rei e princesa.
O encontro de seres apaixonados. Não opostos, mas complementares. Não separados, mais juntos. Juntos em um justo equilíbrio. Um menino e uma menina. Um para o outro. Cúmplices de uma mesma escolha. Cada qual com seu brilho próprio, a iluminar seus olhos mutuamente.
Juntos vão em um percurso de aproximação e distanciamento. Mas nunca de separação. Juntos em uma trajetória de paixão e encantamento. E sempre de união. Sol e lua. Homem e mulher. Juntos a iluminar o mundo. A espalhar luz e ternura. Força e candura. Sem feitiço ou maldição, mas sob a bênção do Criador.
Assim, Dure a lua enquanto é noite / Dure o sol enquanto é dia / Dure a vida noite e dia / Dure o amor ... eternamente.
No princípio criou o Criador sol e lua, homem e mulher, menino e menina ... e hoje é este princípio para vocês.